| Relato: Rota Marcia Prado e Estrada da Manutenção - 19/12/2009
Dia antes deste pedal a previsão era de 5 participantes, Wilian, Ricardo, Eliseu, Theo e Michelle. Mais infelizmente aconteceu algumas coisas e a Michelle não conseguiu subir para São Paulo para nos acompanhar na Rota Marcia Prado.
Ficou combinado de encontrarmos ela em Santos, pois ela combinou com outro amigo de subir apenas até a Estrada da Manutenção.
Saimos no Sábado as 06:00, resolvemos ir pedalando até a estação do Grajau, demoramos uma hora e vinte neste percurso.
Na estação Grajau já encontramos uma grande quantidade de ciclistas, estava muito movimentado, quase 08:00 resolvemos seguir nosso pedal e encarrar a Rota Marcia Prado. Apesar de uma leve garoa que caiu no momento, seguimos enfrente com outros grupos e atravessamos a 1º balsa conforme a foto abaixo:
A paisagem como sempre nos agradou muito, mais algumas pedaladas e chegamos ao ponto onde sai a 2º balsa, só chegamos alguns minutos atrazados e tivemos que esperar a balsa voltar, enquanto isso aproveitamos o tempo para tirar foto com os amigos do pedal.
Ao chegar a 2º balsa, aconteceu a primeira parte engraçada e marcante desse pedal, a balsa na volta trazia um caminhão carregado de areia, ao sair da balsa o caminhão (morreu) não pegava de forma alguma, diante de tal coisa não teve outra alternativa a não ser dar uma forçinha, afinal ciclistas unidos sempre, vamos empurrar:
Após a travessia da 2º balsa, eu Wilian resolvi descer primeiro para tirar uma foto de todos, para desanimar um pouco, ao mudar de marcha meu cambio traseiro se desmontou quebrando roldana e tudo mais, acredito que muitos ciclistas vão lembrar de um Shimano Tourney desmontado e um pedaço de corrente que deixei no começo da trilha. Diante deste obstaculo, resolvi deixar a corrente mais curta e proseguir usando apenas uma marcha unica. Enquanto isso, recebemos a ligação da Michelle dizendo que já estava na Imigrantes, pronta para descer, falamos pra ela sobre o ocorrido com o cambio e pedimos pra ela descer, em Santos a gente procurava ela.
Como a preocupação com o cambio era grande, acabamos nem tirando foto da Rota Marcia Prado, não tive outra opção a não ser ir andando.
Ao subirmos para a Imigrantes e já ter superado muita coisa, seguimos enfrente para a Estrada da Manutenção, onde todos preencheu a ficha e recebeu a numeração e tudo mais.
As belezas das cachoeiras:
Enfim descemos numa boa, passando pela favela de Cubatão no fim da Estrada da Manutenção, chegamos em Santos e fomos direto para o Terminal Rodoviario, acabamos nem achando nossa amiga de pedal Michelle. Voltamos no mesmo dia e acabamos nem indo até a praia, pois ja tinhamos perdido muito tempo arrumando um cambio. Acabou sendo um bate-volta.
Assim que chegamos, lavamos as bicicletas, cada um foi tomar banho, comer algo e tudo mais. Após tudo pronto, vamos colocar as fotos adivinha onde? ORKUT.
Tirei essa foto e jamais imaginamos que a pessoa ao lado do Ricardo era a Michelle e que apesar de tantos ocorridos no percurso e com tanto tempo que perdemos para resolver os imprevistos, iriamos alcança-lá. Sem falar no pneu furado do Eliseu e no tombo que ele tomou se divertindo na trilha:
Assim foi nossa 1º vez na Rota Marcia Prado e na Estrada da Manutenção, a cada viagem acreditando mais e mais que nada é por acaso e que jamais devemos desistir dos nossos objetivos. Pois a união e a força faz muita coisa bacana acontecer, basta acreditar em você e agradecer sempre a Deus por tudo.
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Wilian - AdventureBikers |